sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O Deus que Supre.

1 Reis 17: 14 e 15
Porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: A farinha da tua panela não se acabará, e o azeite da tua botija não faltará, até ao dia em que o Senhor fazer chover sobre a terra. Foi ela e fez conforme a palavra de Elias; assim, comeram ele, ela e a sua casa muitos dias.

Este é
capítulo da provisão divina. Na essência do texto, os holofotes não estão focados sobre o profeta, mas sobre o Deus a quem ele serve. Aqui, a última palavra não é do homem, mas de Deus, que decide os rumos da história. Ele é quem impede o escurecer das nuvens celestiais para não cair uma só gota de água, durante três anos e meio, sobre a terra (Tg 5:17). É Deus quem ordena a direção dos passos de Elias para livrá-lo das garras assassinas do diabólico Acabe. A lógica é muito simples: Deus ordena e o profeta obedece.
Ele levanta a sua voz poderosa e a natureza se rende aos propósitos de suas instruções. Este capítulo é uma atalaia que anuncia enfaticamente as incríveis obras do Senhor Todo-Poderoso sobre a incapacidade humana. É um espelho que reflete a bondade de Deus através da sua provisão e nos traz a convicção de que ele supre as nossas necessidades em meio à solidão, à insegurança, à desorientação, à fome, à seca, enfim, nos momentos mais angustiantes da vida, indicando lugares, adotando métodos e utilizando pessoas. O Deus que supre, age de maneira singular. Hoje, aprenderemos que Deus atua de modo inusitado, a fim de nos suprir eficazmente.

Vejamos os três princípios usados por Deus no suprimento das nossas necessidades.


1. PARA NOS SUPRIR, DEUS, ÀS VEZES, INDICA LUGARES INCOMUNS

Veja como começa o capítulo 17:

Então, Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos (v.1).

Com autoridade de profeta do Senhor, Elias confronta o perverso e idólatra Acabe, que, juntamente com a sua esposa, Jezabel, perseguia e matava os profetas de Deus. Estes eram devotos de Baal, que, por sua vez, “era o deus da fertilidade. Se a chuva fosse retida, a credibilidade dessa divindade pagã cairia por terra. Isso seria quebrar a espinha dorsal de Baal”.

Elias estava mexendo com “gente grande”, com a cúpula mafiosa de Israel. Quando perturbamos pessoas dessa índole, automaticamente, colocamos a nossa vida em perigo. O profeta, portanto, estava em apuros! Provavelmente, as preocupações de um homem frágil e angustiado invadiram a sua mente. Talvez ele tivesse pensado: “E agora, o que eu vou fazer?” Esta é uma pergunta que tem nos incomodado nos momentos de profundas inquietações. O que fazer, quando o mal bate a nossa porta? O que fazer, quando ninguém se dispõe a nos ajudar? O que fazer, quando não soubemos o que fazer?

Esperar em Deus é a atitude mais coerente. Quem assim age, não fica desamparado! Não há coisa melhor do que a companhia divina!

Então, Deus “entra em cena” e se manifesta alertando o profeta, no versículo 3, da seguinte maneira: Vai-te daqui, e vira-te para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.

Neste texto, observamos duas ordens inusitadas de Deus. A primeira ordem é a fuga do profeta. Não seria tão estranho se Elias fugisse por medo, fraqueza ou falta de fé. Contudo, o motivo da fuga não consiste em nenhum desses aspectos, mas, sim, no fato de que o próprio Deus a ordenou! A expressão Vai-te daqui, juntamente com o verbo esconde-te, indica esse fato. Haverá momentos em que Deus, para nos preservar do mal, ordenará que fujamos do confronto. A segunda ordem é o destino do profeta. Ele deveria se esconder junto ao ribeiro de Querite. Deus poderia muito bem enviá-lo a um lugar mais próspero, com mais variedade de opções, onde houvesse fartura, mas não o fez. “Querite era um riacho, e os riachos em um instante secam. Um rio teria sido uma opção mais lógica”. Mas a lógica de Deus nem sempre condiz com a lógica humana. Não se admire se Deus terá do lugar onde há “carnes, cebolas e alhos” para lhe suprir com “maná” no deserto. Não se preocupe, se ele decidir mudar a sua rota do trono para o Calvário. Ele sabe para onde você deverá ir. Preferimos a fartura do rio, enquanto Deus escolhe a escassez de um riacho. Gostamos do óbvio, do concreto, do comum. Deus, porém, indica o inesperado. Deus escolheu um lugar in-comum e improvável para suprir o seu servo.

Por que Deus, às vezes, age dessa forma? Por que, às vezes, Deus nos envia para os riachos, em vez de nos dirigir para os abundantes rios da vida? É porque ele quer que dependamos da sua pessoa! É porque ele tem poder para nos suprir! No riacho não lhe faltará pão nem carne. Deus não lhe deixará sucumbir pela sede! Acredite: em meio à escassez, Deus sustentará você! Em Querite, ninguém poderia prender torturar ou matar Elias. Inimigo nenhum poderia tocá-lo. Os lugares incomuns indicados por Deus são seguros! “Os homens de acabe poderiam procurá-lo durante dias e provavelmente não iriam encontrá-lo”.

As pessoas podem não saber onde estamos o que fazemos, nem as intenções da nossa mente. Deus, porém, sabe onde nos encontrar. Ele nos conhece mais do que nós mesmos! O salmista afirma isso com muita segurança ao dizer: Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos (Sl 139:23). É impossível nos escondermos do seu olhar ou fugirmos da sua presença!

O nome Querite deriva do verbo original Cha-rath, que significa “cortar, colocar no tamanho certo”. Esta definição se adéqua perfeitamente à situação de Elias. Ele foi, literalmente, “cortado” por Deus do convívio das pessoas. Por um espaço de tempo, Deus não mais falou pela boca dele. O profeta se calou. Viver em Querite é viver no anonimato. Elias não foi amordaçado pelos soldados de Acabe, mas foi algemado pelas cadeias da solidão. A solidão é terrível! Ninguém gosta de conviver com ela! O profeta não tinha um só amigo mortal por perto. Mas Deus era a sua companhia! Com Deus não estamos sozinhos nem desamparados, irmãos! Deus é o nosso verdadeiro amigo!

Veja a primeira parte do versículo 4: E há de ser que beberás do ribeiro.

Deus nos supre nos lugares mais solitários e incomuns em que possamos viver. Se você está vivendo no “cárcere do isolamento”, lembre-se que Deus não lhe abandonou.

A palavra dele para você é: não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fel (Is 41:10). O Deus. Que supre sabe onde você está. Ele é o seu verdadeiro pastor e não deixará faltar o necessário para a sua subsistência (Sl 23:1). Acredite na provisão divina!

Até aqui, vimos o primeiro princípio usado por Deus no supre-mento das nossas necessidades. Vejamos, portanto, o segundo:

2.PARA NOS SUPRIR, DEUS, ÀS VEZES, ADOTA MÉTODOS INCRÍVEIS

Como vimos o lugar indicado por Deus a Elias foi o ribeiro de Querite. O ribeiro é garanta de água, ou seja, pelo menos, de sede, ele não morreria (v.4a). Todavia, uma pessoa não sobrevive só de água. O organismo humano precisa de alimento. Porém, o episódio não acontece em época de fartura. O tempo das “vacas gordas” havia terminado e a seca se tornado a grande vilã da vez. O profeta vive numa época em que o alimento é escasso, a apostasia é predominante, e a perseguição, desoladora. Elias havia fugido de Acabe, Jezabel e da sede. Mas ainda precisava escapar da fome.

É aí que mais uma vez Deus se manifesta! Por favor, observe a parte b do versículo 4: e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem. Note que o profeta ainda nem havia se dirigido à Querite e Deus já havia planejado uma maneira de prover a sua necessidade.

Deus sempre estará, a “passos largos”, à nossa frente. Ele sempre nos surpreenderá com suas ações inimagináveis! Deus não pode ser frustrado com os imprevistos da vida, pois ele prevê o imprevisível! Se você tem uma vida de intimidade com Deus, sabe perfeitamente que ele sempre tem uma solução viável para os seus problemas.

A parte b do versículo 4 nos mostra dois aspectos interessantes da provisão divina.

O primeiro é o método adotado. Deus poderia ter usado métodos óbvios para suprir Elias. Com uma só palavra ele faria brotar da terra mais estéril da região de Querite, uma árvore com deliciosos frutos. Por que ele não fez isso? Porque é Deus imprevisível! Ele tem os seus próprios métodos. Para suprir o profeta, Deus dá ordem a corvos! Deus poderia ter enviado um anjo do céu para servi-lo, mas preferiu adotar outro método. Deus, às vezes, caminha na contramão do raciocínio humano. O nosso Deus é poderoso para fazer jorrar águas de uma rocha (Dt 8:15); soberano para derramar maná do céu (Jo 6:31), e prodigioso para lançar codornizes sobre o deserto, a fim de suprir os famintos (Ex 16:13). Quem usaria tais métodos? Quem trabalharia de modo tão surpreendente? A resposta é óbvia: Deus, somente Deus! Ele adota métodos incríveis! Deus faz milagres! É desse modo que o Senhor trabalha irmãos! Não se atemorize, quando estiver enfrentando a horrenda seca da falta de emprego, da enfermidade, da desestruturação familiar, ou mesmo da falta de alimento. Deus pode adotar métodos incríveis para lhe suprir. Aquilo que é “incrível” é algo espantoso, extraordinário, singular, inexplicável e, muitas vezes, impossível aos seres humanos. Deus utilizou o seu poder sobre a natureza não apenas no deserto, mas também em um riacho. A diferença entre as codornizes do deserto e os corvos do riacho é que aquelas usadas para alimento e estes, como garçons. Os corvos não levantariam suspeitas aos inimigos. Ninguém se importaria se um bando de aves passasse voando com comida no bico.

Usar corvos transportando comida para suprir gente é um milagre extraordinário de Deus. Há coisas que só Deus pode fazer.

O segundo aspecto é a promessa feita. Na parte b do versículo 4, Deus faz uma promessa de provisão. É como se ele estivesse dizendo: “Eu vou te sustentar com os meus métodos”. A promessa feita foi cumprida. Veja, por gentileza, o versículo 6: E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã, como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro. Este texto é uma prova de que Deus, nas circunstâncias menos favoráveis, cumprirá com suas palavras! O profeta Isaías confirma a verdade da fidelidade divina, dizendo: Que direi? Como prometeu assim me fez (Is 38:15a).

O versículo 6 nos leva à seguinte pergunta: De onde vieram as carnes e os pães? Esta é uma questão que não sabemos responder. Há coisas que não podemos questionar, mas aceitar. Nem sempre entenderemos os propósitos dos métodos de Deus. Nem sempre descobriremos o porquê de Deus nos enviar para um lugar como Querite ou o porquê dele não ter impedido que fôssemos lançados na “fornalha” do sofrimento. Mas de uma coisa sabemos: Deus nos suprirá em quaisquer lugares e em quaisquer circunstâncias através dos seus métodos mirabolantes! Confiemos métodos divinos! Ele sempre fará o melhor por você! Os métodos incríveis de Deus nos garantem pão e carne durante o dia e durante a noite (v.6). Irmãos, os recursos divinos são ilimitados! Nunca pense que Deus não poderá supri-lo com segurança na hora do medo, com motivação na hora do desânimo, com companhia na hora da solidão, com amor na hora do ódio, com paz na hora do desespero e com vida na hora da morte. Não se preocupe com o modo ou com o tempo de Deus agir. Apenas acredite: ele agirá! Acredite em suas misericórdias, que são infindáveis e se renovam todos os dias (Lm 3:22, 23).

Acredite em seu poder e em seus métodos!Após analisarmos dois princípios usados por Deus no suprimento das nossas necessidades, atentemos para o terceiro e outro princípio:

3. PARA NOS SUPRIR, DEUS, ÀS VEZES, UTILIZA PESSOAS LIMITADAS

Após haver indicado um lugar incomum e adotado um método incrível para suprir Elias, chegou o momento de Deus utilizar uma pessoa limitada! A trajetória do profeta é um tanto turbulenta. Ela começa na fartura, e segue na seca (v. 1). Mas em Querite, ele é sustentado com água do riacho e com alimento trazido pelos corvos (vs. 4-6). Contudo, algo inusitado acontece.

Por gentileza, veja o que diz o versículo 7: Mas, passados dias, a torrente secou, porque não chovia sobre a terra.

O que parecia improvável aconteceu. O Deus que supre permitiu que faltasse água ao profeta obediente. Mesmo quando estamos no centro da vontade Deus, o nosso riacho poderá secar-se. Porém, não temos direito algum de murmurar contra o Senhor. É certo afirmar que “o Deus que dá água também pode reter a água. Este é um direito soberano de Deus”.

A qualquer momento, os nossos planos poderão ser frustrados e as portas se fecharem em diversas áreas da nossa vida. O emprego poderá ficar escasso, o dinheiro faltar e a faculdade, tornar-se apenas um sonho irreal; a alegria transformar-se em tristeza e o riso, em pranto. Mas espere Deus falar! Ele sempre nos traz uma palavra de esperança! Ainda não era o fim para Elias!

Veja Deus falando ao profeta no versículo 9: Levanta-te, e vai a Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente. Neste texto, uma personagem em especial chama a atenção: a viúva de Sarepta. Não sabemos o seu nome, mas o versículo que lemos nos fornece uma informação fundamental sobre ela. “Aquela pobre viúva vivia em Sidom, uma comunidade gentia. Ironicamente, era a mesma região onde Jezabel vivia antes de casar com Acabe”.

Era exatamente esta mulher que Elias deveria procurar ao chegar naquele lugar. Ele seria sustentado por ela!Isso parece ser um tanto incoerente. Como uma viúva pode-ria sustentar um profeta em tempos de seca? O fato de ela ser viúva significa que se tratava de uma pessoa carente, desamparada, com recursos extremamente limitados. Devemos ainda levar em conta que ela tinha um filho para sustentar (v.12), o que torna a situação ainda mais perturbadora. É possível que em Sarepta houvesse pessoas bem mais sucedidas material-mente e que poderiam sustentar, confortavelmente, o profeta de Deus. Porém, dentre os muitos habitantes da cidade, Deus escolheu uma viúva para suprir Elias. No versículo 10, o profeta encontra a viúva em Sarepta apanhando lenha para fazer comida, e pede-lhe água. No versículo 11, ela lhe dá água, mas ele lhe pede pão para matar sua fome. Dessa vez, ela não atende de imediato o pedido de Elias, mas lhe dá uma resposta desanimadora na parte a do versículo 12, que diz: ... “Nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija”. Em outras palavras, ela estava lhe dizendo: “me desculpe, mas não posso lhe ajudar porque a minha comida é muito pouca; é a única que eu tenho; eu preciso dela e não posso dividir com você”.

Deus se utiliza de pessoas limitadas. Ele não olha com “interesses” para aquilo que possuímos. Ele não nos valoriza pelo que temos, mas pelo que somos. Deus é quem nos dá recursos para suprirmos outras pessoas! Observe a resposta de Elias:... Primeiro faça um pequeno bolo com o que você tem e traga para mim (...). Pois assim diz o Senhor, o Deus de Israel: A farinha da vasilha não se acabará e o azeite na botija não secará (vv.13,14). Isso significa fartura! É a manifestação do milagre de Deus na vida do profeta, da viúva e de seu filho; é a vitória da provisão e a derrota da escassez. Observe que o profeta usa a palavra de Deus. Ele utiliza a expressão: “assim diz o Senhor”. A palavra de Deus nos supre em tempos de fome! Ela é poderosa para multiplicar a nossa farinha e o nosso azeite todos os dias! A palavra do Senhor na boca do profeta trouxe de volta esperança a uma viúva, cuja certeza era a morte (v.12b). Deus lhe decretou vida! Ele mudou a sua sorte no versículo 16 que afirma: Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou, segundo a palavra do SENHOR, por intermédio de Elias. Uma pessoa sem dinheiro no banco pode ser bênção de Deus para o aflito! Devemos, ainda, lembrar que Deus não se utiliza das pessoas visando a sua beleza exterior. Aquela mulher devia ter uma aparência rústica. Ela havia sido por muito tempo, castigada pela fome. “Sua pele, antes macia e formosa, trazia rugas profundas por causa do rigor da pobreza”.

O Deus que supre usa você para a realização de um milagre sem se importar com a cor dos seus olhos, com o tipo dos seus cabelos, com o for-mato do seu rosto ou com a sua estatura física. Ele trabalha na simplicidade de corações humildes que se dispõem a serem utilizados como instrumentos em suas mãos!

CONCLUSÃO: Nos dois sábados anteriores, a Bíblia foi aberta e suas páginas, utilizadas fielmente para nos apresentar o Deus que livra e o Deus que cura. Hoje, ela nos mostrou a soberania e a bondade do Deus que supre. O Deus que faz milagres ama você e a sua família. Ele nunca lhes desprezará no perigo ou na doença. Ele jamais deixará de lhes suprir quando os recursos terminarem, mesmo que para isso, ele lhes indique lugares incomuns, adote métodos incríveis ou utilize pessoas limitadas. Aquilo que você não pode fazer O Senhor fará por você! Ele trabalhará na sua incapacidade! É possível que, hoje, esta mensagem esteja sendo direcionada a pessoas que estão vivendo em meio ao caos de um riacho seco. Pode ser que haja neste lugar homens e mulheres com o coração aflito, desesperado, e sem forças sequer, para acreditar em um milagre. O Deus que supre cuida de você! Ele não se esqueceu da sua angústia nem lhe abandonou à sua própria sorte! Acredite na provisão do Senhor! Conforme a sua palavra, Deus trará de volta alegria ao seu coração e você poderá contemplar os seus grandes feitos! Lembre-se: a farinha não acabará e o azeite não faltará!

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